Exposição Virtual.

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Titulo da Exposição: – “Der Steppenwolf e Dr. Livingstone – Encontro em Changrilá.
O Por que da Exposição: A idéia desta exposição nasceu do encontro e conversa entre os artistas plásticos Manccini e Dória. Ambos desenvolvem um trabalho de artes plásticas dentro de uma mesma linguagem (utilização de materiais recicláveis e descartáveis, acomodando-os em pequenas caixas, construindo assim sua obra de arte).
A diferença esta no tema que ambos elegeram para seu discurso artístico.
Manccini trabalho o personagem “O Lobo da Estepe – Steppenwolf”, do escritor alemão Hermann Hesse. Partindo da obra escrita, Manccini faz uma releitura do personagem levando-o pelos caminhos mais diversos através das artes plásticas. Sua Amizade com Hesse vem de longa data, sendo que com estas obras, Manccini já participou de varias exposições, e dos principais salões de artes adquirindo vários prêmios por sua criatividade.
Fernando Dória, trabalha o personagem Dr. Livingstone, homônimo do famoso cientista, pregador e pesquisador escocês cujo maior feito foi ter colaborado no mapeamento da África através de suas incursões pelo território africano, em busca da nascente do Nilo, e em sua luta contra a escravidão negra.
Deste modo Fernando Dória passo a passo foi reconstruindo este personagem, sendo que o mesmo se tornou uma espécie de arqueólogo urbano.
A artista plástica Leda Catunda, apresentando o artista Fernando Dória em sua exposição “Dr. Livingstone, O Homem ou o Mito?” realizada junto ao espaço cultural Yazigi em 01 de agosto de 1991 – diz o seguinte: Dr. Livingstone não sabe mas Fernando Dória é seu criador é quem está cultivando o seu habitat em que esse doutor vive, que lhe providencia os mapas as fotos e os documentos, tornando possível sua pesquisa arqueológica em torno da natureza humana.
Fernando Dória assim como Manccini participa dos eventos de arte, salões exposições nacionais e internacionais, tendo adquirido prêmios e comentários positivos da critica especializada sobre sua obra.
Sobre a Exposição: – “Naquela manhã ensolarada, na conhecida cidade de Vaasa, capital de Kandelyn, em PhilosDearth, Livingstone caminhava apressado pelas calçadas disformes da rua principal mergulhado literalmente em um mapa, procurando decifrar um símbolo hermético ali presente. De outro lado vinha o Lobo da Estepe entretido com uma das obras de Satre. Ali ocorreu o encontro entre os dois sábios na esquina das ruas GreenPeace com Darknight, ambos se chocaram-se abruptamente. Entre mapas livros óculos cachimbos espalhados pelo chão, nossos personagens vieram a se conhecer. Trocaram endereços e cada um seguiu o seu rumo.
Passou-se o tempo e em 2003, um novo encontro acontece.
Desta vez Livingstone se encontra em Mandalla, nos altos das montanhas geladas de Lhasa. Recebe uma correspondência de Hesse, que lhe apresenta suas novas descobertas. Na verdade um caminho que está trilhando. Inicia-se aí um jogo, Hesse aprendiz de José Servo, reinicia com Livingstone farta correspondência. Estas são construídas passo a passo, através de regras e normas movidas por dados numéricos e simbólicos que fazem os personagens caminhar pelo mundo em suas próprias realidades, levando-os também a construir todo o material de seu universo.
Esta realidade ocorre entre os dois artistas Fernando Dória (Livingstone) e Manccini (Hesse) que em seus mundos particulares (o estúdio de cada um) cuja distancia não é mais que 12 passos, constroem um diálogo e uma existência para seus personagens, que perspassa o atualíssimo mundo dos R.P.Gs.

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A exposição ocorrerá com uma live actions, ação ao vivo, os personagens presentes através dos artistas estarão interagindo com o público, onde o mesmo público poderá vivenciar este universo “virtual ilusório e performático” de Hermann Hesse e Dr, Livingstone.





